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quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O maior legado do governo Alcides
Sob o aspecto de verbas que jorraram generosamente, a imprensa não tem o que reclamar do ex-governador Marconi Perillo. A parte mais expressiva das verbas autorizadas foram se acomodar no berço de empresários do segmento. Mas a tática, que teve como objetivo criar, digamos assim, um clima favorável ao governo, contribuiu gerando empregos aos profissionais do setor.
Por razões de estilo, de cofres que foram encontrados vazios e de um turbamulta de embaraços, dr. Alcides colocou o pé no freio e a torneira apenas pingou cautelosamente. Muitas publicações, principalmente as do estilo caça-níquel, ou fecharam ou reduziram suas atividades. Infelizmente muitos colegas perderam o emprego. Os competentes logo encontraram um cantinho ao sol. Faz parte.
Toda a história descrita nos parágrafos acima já é de conhecimento geral. Nenhuma novidade. O que vale acrescentar, e que acaba sendo o aspecto mais relevante, é que o manda-chuva de Santa Helena é um democrata. Poucas vezes os jornalistas tiveram tanta liberdade para realizar seu trabalho.
Em minha visão particular – ressaltando que os ex-governadores Maguito Vilela e Marconi nunca me constrangeram com censuras –, dr. Alcides deu um passo a mais. Ele não deixa margem para sequer ouvir os caçadores de cabeça ou “aceçores” que ensejam vendetas pelo que não gostam de ouvir. Recentemente ele deu um pito – foi uma delícia – em dois urubus que pediam a guilhotina de um jornalista.
Uma posição que fortalece quem deseja atuar seriamente. Ao contrário do que já me ocorreu, jamais recebi um único telefonema desse governo “sugerindo” suavizar críticas pontuais. Veterano no ofício, o atual capo da Secretaria de Comunicações, jornalista Marcos Vinicius, é de uma elegância admirável.
Ao tratar os colegas em condições de igualdade, negando o que não pode atender e decidindo com eficiência o que é possível auxiliar, o responsável pela Secom imprime um ritmo que valoriza o governador.
Essa particularidade de Alcides é importante em diversos aspectos. Sabendo que o chefe não aceita degolar os críticos, secretários e subordinados preferem dar satisfações produtivas a ameaçar quem se atreve a divulgar problemas a serem resolvidos.
Com isso, todos ganhamos. O verdadeiro exercício da liberdade não é fácil. A via cômoda é a de criar mecanismos que seguram as reclamações. Seja pela via do jimbongo que amacia ou do azorrague que castiga.
Sendo assim, em meio ao atoleiro de questões sérias a resolver, o governador Alcides Rodrigues tem o mérito de aceitar – com tranquilidade pouco habitual entre os que sentam no trono do poder – jornalistas que cobram soluções e apontam erros. Parece algo trivial, mas não é. É um avanço significativo. Demonstra respeito à inteligência do contribuinte.
Rosenwal Ferreira é jornalista e publicitário
Por razões de estilo, de cofres que foram encontrados vazios e de um turbamulta de embaraços, dr. Alcides colocou o pé no freio e a torneira apenas pingou cautelosamente. Muitas publicações, principalmente as do estilo caça-níquel, ou fecharam ou reduziram suas atividades. Infelizmente muitos colegas perderam o emprego. Os competentes logo encontraram um cantinho ao sol. Faz parte.
Toda a história descrita nos parágrafos acima já é de conhecimento geral. Nenhuma novidade. O que vale acrescentar, e que acaba sendo o aspecto mais relevante, é que o manda-chuva de Santa Helena é um democrata. Poucas vezes os jornalistas tiveram tanta liberdade para realizar seu trabalho.
Em minha visão particular – ressaltando que os ex-governadores Maguito Vilela e Marconi nunca me constrangeram com censuras –, dr. Alcides deu um passo a mais. Ele não deixa margem para sequer ouvir os caçadores de cabeça ou “aceçores” que ensejam vendetas pelo que não gostam de ouvir. Recentemente ele deu um pito – foi uma delícia – em dois urubus que pediam a guilhotina de um jornalista.
Uma posição que fortalece quem deseja atuar seriamente. Ao contrário do que já me ocorreu, jamais recebi um único telefonema desse governo “sugerindo” suavizar críticas pontuais. Veterano no ofício, o atual capo da Secretaria de Comunicações, jornalista Marcos Vinicius, é de uma elegância admirável.
Ao tratar os colegas em condições de igualdade, negando o que não pode atender e decidindo com eficiência o que é possível auxiliar, o responsável pela Secom imprime um ritmo que valoriza o governador.
Essa particularidade de Alcides é importante em diversos aspectos. Sabendo que o chefe não aceita degolar os críticos, secretários e subordinados preferem dar satisfações produtivas a ameaçar quem se atreve a divulgar problemas a serem resolvidos.
Com isso, todos ganhamos. O verdadeiro exercício da liberdade não é fácil. A via cômoda é a de criar mecanismos que seguram as reclamações. Seja pela via do jimbongo que amacia ou do azorrague que castiga.
Sendo assim, em meio ao atoleiro de questões sérias a resolver, o governador Alcides Rodrigues tem o mérito de aceitar – com tranquilidade pouco habitual entre os que sentam no trono do poder – jornalistas que cobram soluções e apontam erros. Parece algo trivial, mas não é. É um avanço significativo. Demonstra respeito à inteligência do contribuinte.
Rosenwal Ferreira é jornalista e publicitário
terça-feira, 7 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Prêmio Top Goiás de Comunicação e Os mais Influentes de Goiás
Prêmio Top Goiás de Comunicação e Os mais Influentes de Goiás
A revista Marketing em Goiás realizou ontem no auditório da FIEG uma solenidade para entrega de troféus do 4º Top Goiás de Comunicação e da 6º edição de Os Mais Influentes da Comunicação.
O jornalista e publicitário Rosenwal Ferreira foi convidado a subir ao palco duas vezes, uma pelo prêmio de melhor case de Marketing Institucional com a Cristal Alimentos, conquistado por sua agência de publicidade RR Assessoria, e outra por ser o jornalista mais influente de Goiás, prêmio conquistado pela terceira vez consecutiva.
No evento estavam presentes empresários do segmento, clientes, fornecedores e patrocinadores, que prestigiaram os premiados.
Rosenwal Ferreira, ao ser convidado a falar, agradeceu e polemizou o troféu, num discurso ácido e guarnecido de um sarcasmo às classes políticas, que segue a baixo para leitura .
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O palhaço mais influente de Goiás
Uma pesquisa qualificada, realizada sob a batuta do publicitário e jornalista Yuri Rincon Godinho, aponta pela terceira vez consecutiva o meu nome como o jornalista mais influente do Estado de Goiás. Nem meu ego inchado, típico dos que atuam no segmento de comunicação de massa, consegue esconder que o título não tem o menor respaldo na realidade. Quanto muito, sou um profissional capaz de falar certas verdades que encontram ressonância social.
Na atual conjuntura brasileira, seria mais apropriado afirmar que sou um palhaço com certa competência. Primeiro que meu diploma, assim como o de milhares de profissionais, possui a mesma importância no lixo quanto emoldurado na parede. Por decisão da corte suprema da nação, qualquer indivíduo pode exercer a profissão. Tudo bem. Se la vi. Duro é explicar como ficam os alunos que frequentam faculdades, autorizadas pelo Ministério da Educação, em diversos rincões. Mas dá para engolir.
O inacreditável é que o chefe mor da nação, sua excelência Luiz Inácio Lula da Silva, alardeia que a imprensa procura destruir as instituições. A afirmação, que está colando em 80% da população brasileira, é uma ofensa aos que acompanham denúncias de corrupção.
Convenhamos, foi a imprensa burguesa que inventou 663 atos secretos? Fomos nós, os jornalistas golpistas da direita, que engendramos empregos para todos os parentes de Sarney? Que ajuizamos contas secretas de milhões de reais? São fatos. Desprezados porque se trata de uma exigência da classe média.
Chegamos ao cúmulo, sem necessidade nenhuma, da cúpula do governo avalizar um cidadão, elogiado e recebido com pompas nas salas palacianas, que se tornou símbolo da ladroeira que corrói as entranhas do Brasil. Quem desconhece o verbo malufar?
O regime militar calou a imprensa através de atos truculentos e censura. Os atuais donos do poder o fazem com o populismo consciente, manipulando verbas públicas como se fosse o saldo de contas particulares. Verbas jorraram calando a UNE, silenciando a CUT, mantendo as rédeas do MST, foram usadas para cooptar ou demitir jornalistas e comprar parte expressiva da classe política.
Sinto-me um palhaço. Mas avisem o dono do circo que não vou desistir. Ao contrário do que imaginam os corruptos e poderosos, o juízo final não será um céu de felicidades. Não haverá margem para troca de favores ou jogadas milagrosas.
A lei divina, que estabelece o controle da vida em nome do eterno, jamais aceitará falsos julgamentos. A alma não se elevará pela mão beijada do protecionismo e sim a custa dos próprios atos. O riso e o escárnio de hoje, dos que riem às nossas custas, certamente se transformarão em choro e ranger de dentes. Tenho fé.
No arremate garanto aos detentores dos veículos de comunicação, sobretudo os falsos que enriquecem nas concessões de rádio e outros veículos, alardeando valores que não possuem, que muito cedo poderão ser vítimas de sua própria farsa.
Minha alegria pessoal é imensa. Mas não tenho ilusões de que uma nação justa se faz com egoísmo. Se não for contida, a desmoralização da imprensa será ruína. Anotem.
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