Rosenwal Ferreira é Jornalista e Publicitário
Seguidores
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Unilever mente e continua destruindo o meio ambiente
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Unilever destrói o meio ambiente e faz chacota do Ministério Público
Na contramão das empresas modernas, admiradas porque respeitam a comunidade, a indústria Unilever de Goiás engrossa o caldo de irresponsabilidades que destrói a qualidade de vida da população. Os caminhões da empresa, com toneladas extras, provocam destruição e erosões no asfalto em torno do antigo Clube Itanhangá, realizando um trajeto que não está preparado para o tráfego de cargas pesadas.
Em episódio recente, a Unilever foi apontada como responsável por uma vomitante fedentina coletiva. Um nauseabundo composto de infames odores que fez mais do que ofender narinas: causou cólicas, inapetência, enxaquecas e alergias respiratórias. Escaldada por escândalos de todos os matizes, a população logo esqueceu a lambança.
Ao que consta a Unilever safou-se com relativa tranqüilidade. Aprendeu a lição? Que nada. Tudo indica que se tornou mais arrogante do que nunca. Advertida, e até mesmo punida, por contaminar os arredores com o esgoto de sua produção, esperou alguns meses e voltou à velha prática.
Presenciei inúmeras vezes e na presença de várias testemunhas, os caminhões da Unilever despejar resíduos - imundice tóxica que contamina o lençol freático – no quarteirão de minha residência no setor Mansões do Campus. São toneladas de uma aguaceira imunda, mal cheirosa, que atrai moscas e provoca uma carnificina matando o solo.
Numa dessas ocasiões, estando ao lado do crime sendo cometido, liguei para o diligente promotor Nardini que exclamou irritado: “Não acredito! Essa gente não toma jeito!” Infelizmente, como era véspera de um feriado prolongado e ele estava fora da capital, não foi possível documentar o flagrante.
A vizinhança já está acostumada com os truques da Unilever. Os veículos que poluem mudam rotas, utilizam horários na madrugada e foram instruídos a acelerar frente à aproximação de pessoas. Tudo para continuar com falcatrua assassina. A troco de que? De economizar dinheiro e matar o planeta?
Não tenho elementos para afirmar se a cúpula da empresa avaliza esse banditismo ecológico. Mas será que tudo acontece à revelia dos responsáveis? Algo possível mas difícil de acreditar. Entendo que esse artigo significa uma denúncia pública. A VerdiVale, instituição sem fins lucrativos que luta pela preservação da região, está ao meu lado e mais do que disposta a reagir.
No arremate, muitos afirmam que a Unilever, através de seu nutrido corpo de advogados, está fazendo chacota do Ministério Publico. Sob a condição de permanecer no anonimato, um graduado funcionário da empresa nos garantiu que eles nunca tiveram a intenção de cumprir nenhum acordo.
A intenção, afirmou ele, sempre foi a de tirar o maior lucro possível, fechar as portas e sair de Goiás. Deixar para trás uma terra arrasada seria apenas conseqüência desse projeto. Mesmo com essas informações, e com os fatos que parecem confirmá-las, ainda tenho a esperança de que não seja verdade. Conheço excelentes profissionais que atuam na Unilever. Rogo que eles sejam capazes de corrigir essas distorções. O nome Unilever não merece o que está ocorrendo. Os produtos são bons e a indústria gera importantes canais de emprego.
Rosenwal Ferreira é Jornalista e Publicitário
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A esquerda raivosa derrotou Iris Rezende
Iris Rezende Machado é uma das mais expressivas figuras da história de Goiás. Carismático e trabalhador, alcançou conquistas e vitórias políticas que dificilmente poderão ser igualadas. Foi um governador de obras fundamentais na estrutura do cerrado, Ministro da Justiça em tempos difíceis, ocupou o Ministério da Agricultura e, mesmo no atoleiro da inflação galopante, foi responsável por uma das mais expressivas safras colhidas em solo nacional. Na prefeitura de Goiânia deu um show de competência que deixa saudades.
Com todo esse teatro de importância, e apoiado pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, perdeu a eleição por absoluta falta de confiança na própria capacidade. Sendo maior do que o PT, e na específica história de Goiás do que o endeusado Lula, o capi di tutti capi do PMDB se aliou à insossa ala xiita da esquerda, que possui votos no sentido inverso de sua ruidosa participação popular. Ou seja: muito barulho mas importância pífia nas urnas.
Preguiçosos na essência, parasitas do serviço público, inimigos dos ruralistas, apoiadores de invasões de terras, contrários à liberdade de imprensa e dispostos a introduzir o comunismo em terras brasileiras, foram acolhidos por Iris que nunca rezou em suas ultrapassadas cartilhas.
Em detrimento de parceiros tradicionais, toda sorte de oportunistas passou a manter status de honra junto a Iris Rezende. A troco de que? De fazer bonito para uma ala podre que só tem importância nos conchavos de Brasília. Em Goiás não significam nada e sensibilizam apenas alguns gatos pingados encastelados no segmento universitário.
Apenas para citar um exemplo, que de tão emblemático diz quase tudo, o folclórico Luiz Carlos Orro se encastelou na pasta do esporte sem ter votos ou curriculum para tal empreitada. Enganado com os radicais de fala macia, Iris sequer percebeu que turma de Orro, a babel comunista de sempre, levou uma taca quando procurou tomar a OAB de Goiás de assalto.
Ao realizar jogadas ensaiadas com o PC do B, e outros raivosos que jamais lograram êxito nas urnas, Iris chocou famílias goianas, principalmente nas cidades tradicionais do interior, que não entenderam a necessidade de alianças tão incongruentes.
Ora convenhamos, até ontem essa gente urrava impropérios contra Iris e seus aliados. Uma coisa é se curvar frente à avassaladora aprovação de Lula, outra é unir-se aos beijos com quem nunca realizou nada pelos goianos.
Por que será que ninguém de bom senso mostrou a Iris que os radicais além de não ter votos – no máximo as vezes espirra um isolado representante – sugam votos? Se tivesse apostado no próprio cacife, e nos companheiros leais qualificados para agradar a massa de eleitores, Iris seria imbatível. Faltou lhe coerência com o próprio curriculum.
Ao circular de braços dados com Fábio Tokarski e Cia Ltda., Iris constrangeu parceiros como o Deputado Luiz Bittencourt, Barbosa Neto e lideranças rurais que gaguejaram explicações nada convincentes. Deu no que já se esperava.
Eu tenho pena é do prefeito de Goiânia Paulo Garcia, um petista moderado e progressista, que terá que digerir a pressão para ajeitar cargos aos parasitas esquerdoidos. Eles já estão babando a espera de uma boquinha na Prefeitura. A melhor sugestão é que sejam empurrados aos esgotos improdutivos do Governo Federal. Ao contrário da Prefeitura, as tetas controladas por Dilma possuem leite extra que pode ser derramado.
De resto, que as novas lideranças do PMDB, com destaque para o excelente Waguinho da Comurg, Paulo Rassi, Dona Iris e outros, enxerguem a lição. Aliados que se erguem como faróis, mas não possuem luz, não só podem como devem ser dispensados.
No arremate, que o Governo Federal tenha a dignidade de convocar Iris para algum Ministério. Ele tem qualificações, experiência e merece. Seria um ato de justiça. Com bons dividendos para o Estado de Goiás e certamente com proveito para o próprio Marconi Perillo.
Rosenwal Ferreira é Jornalista e Publicitário.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Morte aos jornalistas
Enganam-se os críticos quando afirmam que foi o PT, no elo com a esquerda raivosa, quem plantou as sementes autoritárias para cercear a liberdade de imprensa, calar os críticos e destruir o jornalismo investigativo. O viés autoritário tem respaldo em boa parte da sociedade brasileira. São muitos os ditadores encastelados em associações de classe, conselhos de categorias profissionais, clubes e outras entidades.
Ameaçadores e repulsivos agem com ferocidade ao ver seus interesses contrariados. Quando são desmascarados agem com fúria e tornam o ato de informar um desafio. Por força da profissão, e muito a contra-gosto, recentemente ousei publicar alguns artigos mostrando a improdutiva lambança reinante no Conselho Regional de Administração Goiás, CRA/GO, dirigindo minhas críticas ao homem que se tornou símbolo da autarquia, concentrando um impressionante número de cargos e exercendo o poder de fato.
Foi um Deus nos acuda, com espaço para retrucar, o administrador José Carlos dos Santos, “Presidente da Comissão de Licitações, Presidente da Comissão de Eventos, Presidente da Comissão de Obras, Diretor de Fiscalização, Membro da Comissão de Tomadas de Contas” e candidato a presidente, se defendeu atacando a mim e sem responder às graves acusações contidas no relatório da Administradora Maria Cátia de Oliveira.
O minucioso levantamento de contas fala em malversação de recursos, contratos irregulares, improbidade nas contratações, no pagamento de diárias, na construção da Delegacia de Mineiros, rombo de 320 mil reais na realização do Congresso Brasileiro de Administração e outras incoerências. O documento me foi entregue por conselheiros do próprio órgão, confirmado pela relatora, dezenas de testemunhas da área e, ainda, ouvi testemunhas lesadas que estão movendo ações com base no que está documentado.
Pois bem, eu não inventei o tal relatório. Mesmo querendo, eu não conseguiria acesso aos dados. Eles envolvem as vísceras do órgão. Antes de divulgar as denúncias, procurei uma resposta entre os envolvidos que sequer retornaram meus telefonemas. Depois que revelei o que estava acontecendo é que fui acossado de todos os lados.
O senhor José Carlos dos Santos, mesmo coalhando a cidade de outdoors, não conseguiu se eleger. Seu ódio se voltou contra mim. Não só me transformei no bode expiatório de sua derrota, como objeto de fixação de sua vingança. Afirma que sou abominável, que o persegui e até já marcou, via imprensa, um encontro na Justiça no mês de abril de 2011.
Num choroso artigo, me censura por conhecer mais de 60 Países, por hospedar em hotéis cinco estrelas e gostar de vinhos de safra nobre. E daí José Carlos? Isso quer dizer o que? Depois de 40 anos de atividades profissionais eu devia ser um fracassado? Tudo o que fiz, e faço, sempre foi às minhas custas e, até hoje, mantenho o bom hábito de atuar em até oito atividades, trabalhando de 14 a 15 horas por dia.
Nunca fui político, jamais usei qualquer entidade de classe para progredir e tenho uma reputação que atrai muitos clientes. Como especialista em comércio exterior, o senhor também deve viajar. Vai descobrir que a imprensa livre é muito importante. O senhor não perdeu as eleições para Rosenwal Ferreira. Eu não tenho voto. Perdeu para os fatos.
Se eu fosse desqualificado, como afirma em seu artigo, os administradores não me dariam crédito algum. O que pensa que eles são? Crianças? Eu divulguei o que já corria em todos os botecos. Analisaram e decidiram.
O Diário da Manhã, democraticamente, publicou todos os seus artigos. A maioria deles se exaltando aos confetes. Administrador José Carlos dos Santos, o senhor acha mesmo que se tivesse realizado um excelente trabalho aos seus pares alguém daria bola ao que relatei? Nunca. Agradecidos pela sua generosidade, num acumulo de cargos que beira o ridículo, seria o Presidente mais votado da história.
Não caiu a ficha que ninguém saiu em sua defesa? Nunca lhe ocorreu o fato de que nenhum leitor, agradecido pelas benesses do profissional perfeito (pai de família, conselheiro e professor) escreveu uma linha discordando do que escrevi?
Tenho uma lista de mais de 30 profissionais que me visitaram pessoalmente. A maioria sempre teve receios de lhe confrontar. Sabem de sua índole vingativa. Sei que vai cumprir suas ameaças de atazanar minha vida. Faz parte. Morte aos jornalistas. Gente como eu tem a péssima mania de revirar os podres.
Apenas um alerta. Suas ameaças de retaliação podem sofrer o processo bumerangue. Ao me processar sem motivos, considerando que sempre teve o mesmo espaço para se defender, a lei pode lhe alcançar. Sabia? Acho que não. Assim como não sabe que uma de minhas sócias é uma administradora. Ou seja: eu não preciso de nada no órgão que o senhor tentou, e não conseguiu, se estabelecer como ditador. Esqueça-me, ô cara. Escolha outro para continuar na mídia e fazer campanha.
Rosenwal Ferreira é Jornalista e Publicitário


