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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Renan Calheiros envergonha o PMDB e afronta à nação



         Que o senador Renan Calheiros lava o rosto, de manhã, com óleo de peroba nunca foi novidade para ninguém. Até os engraxates de sua terra natal sabem que ele não se envergonha de ser um cara de pau assumido. De todas as podridões que corroem a alma do ser humano, Calheiros agrega um repertório de arrepiar Belzebu. O homem é adúltero assumido e alardeado aos quatro ventos. Enrosca-se em desvios de verba, maracutaia explicita. Atola-se em fraudes, promove traições e tornou-se um dos ícones da falta de ética que destrói as vísceras do país.

        Apesar de tudo isso, e talvez em algumas rodas justamente por essa ausência de caráter, tornou-se presidente da mais alta esfera legislativa do país. Na base da sem-vergonhice deslavada, o sujeito ignorou que poucos meses atrás deixou o cargo pressionado pelo esgoto das patifarias e retornou cinicamente. Teve o voto da maioria dos parlamentares que se tornaram cúmplices de uma imundice que choca.

       Mesmo desqualificado, se muniu de uma arrogância ímpar e passou a afrontar a consciência das pessoas de bem. Arrotou desprezo a mais de trezentas mil pessoas que pediram que ele retirasse a insana candidatura e, hoje, toma café da manhã em mesa farta rindo de milhões de eleitores que assinaram um manifesto pedindo seu impeachment.

      Debochado e maquiavélico sabe que sua permanência no cargo traz a certeza de um parlamento umbilical. Tem o apoio de cúmplices interessados na arte de esgotar as tetas do contribuinte. Renan Calheiros topa urdir traquinices de todos os matizes e não é daqueles frouxos que sentem náusea ao surrupiar os cofres da nação. Garante a festa de arromba que nos assalta o cotidiano.

      Que ironia que esse arremedo de homem público esteja contribuindo para tornar putrefata uma agremiação com origens em Ulisses Guimarães. O PMDB com tantos homens ilustres, incluindo o nobre senador Pedro Simon que mostrou sua náusea ao engolir Renan Calheiros, não podia se afundar no lixo com um vulto tão mesquinho.
      Causa espanto que ele ainda esteja resistindo a tudo e a todos em nome de sua ganância e seu desprezo pela vontade popular. Mais intrigante ainda são os governantes que o apóiam nesse que se tornou o mais repugnante ultraje ao sofrido povo brasileiro. Que nojo.

Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Padre Luiz Augusto e o noivado com o vil metal



         Como se fosse uma vela acessa a derreter parafina, o Padre Luiz Augusto se desmorona aos poucos mostrando que a cúpula da Igreja Católica estava certa em frear seus arroubos. Sob o manto do bom cristão, e com uma oratória capaz de arrebatar corações, ele foi tomando gosto na arte de encher as tulhas de sua paróquia com o capim do capitalismo selvagem. Com o foco no vil metal, mesmo que direcionado a bons propósitos, se enriqueceu de amigos endinheirados tornando-se, por excelência e de propósito, um pop star entre os ricos e famosos.
         Fiel ao estilo capaz de paparicar quem possui gaita para tocar o que dá na telha, ele foi um dos primeiros a visitar, na delegacia, o empresário Maurício Sampaio, apontado como principal suspeito de ser o mandante do assassinato de Valério Luiz, o radialista. Nada de errado com o gesto. Até acho que o soberbo milionário, dono de cartório, emissora de rádio, fazendas e centenas de propriedades, é uma alma amargurada que precisa de conforto. Sobretudo se for comprovada sua diabólica participação num crime com tamanha crueldade e covardia.
        O desconforto é que o Padre nunca foi de rezar o terço junto às figuras envolvidas em delitos de sangue. Ao que tudo indica Maurício Sampaio é de uma casta que merece expedita ação do pregoeiro da Santa Sé. Imagine deixar ao léu das grades uma ovelha capaz de assinar cheques e doações capazes de balançar crucifixos? Deus nos livre de tamanha heresia. Deve ter raciocinado o Padre dos podres de rico e dos ricos que se fazem podres.
         Mesmo sendo amigo de santos que se invoca de joelhos, Padre Luiz não teve proteção e acabou esbarrando, na porta do Distrito Policial, com o sofrido Mané de Oliveira que ainda carrega no peito o coração inerte e ensanguentado do filho executado a sangue frio. Com olhar dilacerado pela dor, Mané ainda encontrou forças para cravar uma indagação visceral: “Padre, o senhor não foi rezar no enterro do meu filho!” Pobre Mané, diria Carlos Drummond, a algibeira da família dele não é das que atraem as batinas do Padre Luiz.
    De qualquer forma, tudo indica que o poderoso Maurício Sampaio vai precisar mais do que missas encomendadas para se livrar da canga que lhe pesa os ombros. É fato que seu quarteto de advogados é um vulcão que jorra poderes e influências que somente as grandes fortunas conseguem ajuntar no mesmo curral. É por isso que mesmo no sufoco ele sorri com indisfarçável ironia.  
           Felizmente os tempos são outros. A investigação policial não se curva aos barões da dinheirama, o judiciário se firma como um poder acima das nobrezas que pensam controlar a tudo e a todos, a imprensa continua livre e as redes sociais representam um extraordinário papel. Como se não bastasse, a justiça divina não reza na mesma cartilha do Padre Luiz. Na bíblia está escrito: “vinde a mim os mansos e humildes de coração.” Sugiro ao Padre Luiz, a quem já tive a oportunidade, no passado de elogiar e admirar, que releia as escrituras no tocante aos ricos...
Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O brasileiro adora corrupto




              Encurralado por denúncias cabeludas que envolviam segredos de alcova, notas fiscais requentadas no leque das tramoias e múltiplos atos de corrupção escancarada, o Senador Renan Calheiros utilizou as chaminés da pouca vergonha e saiu do cargo com a fuligem dos que desonram a função pública. Mal o assunto ficou morno nos veículos de comunicação e o homem retorna ao mesmo ofício. Aprovado pelos cupinchas de sempre e com aval dos deuses do planalto, o depravado será o representante máximo do legislativo brasileiro.

        O adágio popular afirma que cada povo tem o representante que merece. É verdade. Na prática, o brasileiro adora corrupto. Notem que os símbolos máximos da bandalheira se perpetuam no poder com absoluta tranquilidade. Eles se deliciam com a flexível alma do eleitor que logo esquece suas bandalheiras e os reconduzem ao cargo, se possível tirando proveito de mesquinhos interesses umbilicais.       

          Essa orgia, esse nojo que joga para escanteios valores fundamentais, não é uma prerrogativa apenas do segmento político. É uma espécie de lodoso esporte nacional. Nos sindicatos impera um grupelho de falsários que enriquece e se lambuza com o dinheiro dos participantes. Nas entidades de classe perpetuam facções que se eternizam nas generosas ceias do venha a nós.
          Até nos condomínios se agarram síndicos de moral duvidosa e poucos são os segmentos de representação coletiva que não são controlados pela turma da bandalheira. É um fenômeno a ser estudado. Não se trata de falta de informação. É uma extraordinária condescendência com a podridão.
         É algo tão profundo que se alastra em todas as camadas sem exceção. Em muitas nações, que enfrentam equações semelhantes, existem trincheiras capazes de reagir catalisando o clamor pela ética. Uma delas é a classe estudantil que teoricamente não teria o rabo preso com os gatunos do poder. Só que a União Nacional dos Estudantes (UNE) versão tupiniquim, se besuntou com verbas públicas e mia como um gatinho dengoso frente às malandrices patenteadas nos calabouços do poder.

        Os poucos que se erguem cobrando dignidade e coerências se agitam como isolados Don Quixotes a pugnar moinhos de vento. Somos o País em que a caravana ladra e os cães passam. E tudo por decisão da própria sociedade. Que não só adora corrupto como se deleita em participar dela. Gostemos ou não, é uma realidade. 

Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Lula, o corrupto bom de voto.



            O ex- presidente Luis Inácio Lula da Silva venceu com facilidade o prêmio “Algemas de Ouro”, uma azeda honraria que se destina a premiar o político mais corrupto do País. Ele venceu, quem diria, profissionais tarimbados nos vulcões da putrefação que sangra o contribuinte. O ex-senador Demóstenes Torres, mesmo com expressiva votação que o colocou em segundo lugar, obteve um terço dos votos. Dizem que Sergio Cabral vai longe porque ficou em terceiro lugar, mesmo sendo um neófito nas lides da maracutaia.

        O experiente Renan Calheiros, que conhece todas as artimanhas do submundo da bandalheira, foi citado mas sequer arranhou a liderança de Lula. Inconformados com a injustiça, os idealizadores da enquete decidiram entregar um troféu extra ao deputado Paulo Maluf, uma espécie de pai e mãe das patifarias nacionais. Ninguém chiou porque o homem merece.

     Resta saber por que Lula, sendo apontado como papa da corrupção tupiniquim, continua sendo imbatível em qualquer eleição que enrascar seus bigodes? Sob o risco de enfrentar a fúria de muitos patrícios, mas sem rodeios no estilo Freud explica, entro de sola na resposta: brasileiro adora corrupto. Não pode ser outra coisa.
     Fosse o contrário, nenhum dos ícones da perversão nos cargos públicos se perpetuaria nas funções que exigem referendo nas urnas. Eleição após eleição, eles se esbaldam com votos fartos e mais do que dispostos a continuar a saga do assalto ao dinheiro da viúva.
     Considerando que Lula se afundou em denúncias cabeludas, que vão desde uma amizade colorida com a tal de Rosemery - que chafurdou na lama da velhacaria - a uma nebulosa relação com os calabouços do mensalão, não houve surpresas com sua posição no pedestal da trapaçaria.

   O que o lulapetismo raivoso não podia prever é que ainda existem brasileiros que pensam de forma independente. Com as centrais sindicais na algibeira e UNE no cabresto, via generosas verbas que garantem interesses umbilicais e a eterna gratidão do Movimento dos Sem Terra, parecia ato certo que nenhuma entidade de representação popular fosse capaz de questionar o senhor de todos os votos.
    Mas eis que surge o diabo das redes sociais com sua imprevisível autonomia. Os fanáticos vão continuar insistindo que se trata de uma atuação a favor da burguesia e dos golpistas. Tudo com auxílio da mídia que ajudou a divulgar o protesto, claro. Quanto a Lula, certamente aceitaria de bom grado as algemas, caso fossem mesmo de ouro. Poderia vendê-las para auxiliar os condenados na quadrilha do mensalão.


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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Um fantasma paira sobre a Câmara Municipal


         É possível que ao publicar essa matéria os promotores da operação “jeitinho” tenham liberado o nome do vereador que se atolou até o pescoço no enrosco envolvendo a Agência Municipal de Meio Ambiente, AMMA. Nos corredores da Câmara são poucos os que mantêm dúvidas sobre a identidade do “fantasma” que se envolveu na falcatrua. Dizem que seu jogo se tornou tão promíscuo que a única surpresa é se não for ele o implicado.

         Funcionários que preferem não se identificar juram que o homem tomou duas providências. Já contratou um advogado parrudo, desses que dão nó em goteira e laço nas pontas e, acionou torpedos enviesados aos mais afoitos. Ou seja: ameaçou arrotar denúncias de colegas que montaram jeitinhos muito particulares de enriquecer. É de se esperar.

       Está certo o criterioso Djalma Araújo, que a cada dia surpreende na corajosa luta enfrentando os tubarões de especulação imobiliária, em exigir a identidade do envolvido. Na sequência, tomara que ele pule como um cabrito desembestado e fale dos podres que se comenta nos botecos. Não é de hoje que existem suspeitas, algumas cabeludas e visíveis, de grupelhos que se juntam para aprovar projetos com vícios e abusos na licença ambiental.
       
        Alguns deles envolvem multinacionais poderosas capazes de erguer Shopping Centers gigantescos assassinando imprescindíveis minas de água. A alusão faz o leitor pensar em algo em curso? Pois é! São vespeiros capazes de jogar baldes de titica no ventilador dos que fingem defender os interesses do contribuinte. Os interesses são tão amarrados e tão brutais, que só podem ser denunciados e investigados pela Polícia Federal. Parte da imprensa não se empenha em denunciar porque tubarões famintos tiram vantagens no ardil.

    Investigações que envolvem “jeitinho” fazem suar frio máfias encasteladas em todos os quadrantes. Existem despachantes da negociata que conseguem liberar painéis e outdoors totalmente fora das normas. Aprovam na bacia das almas prédios, residências e loteamentos irregulares e outras fraudes grotescas. Existem funcionários com salário mediano com rara vocação para economizar na aquisição de carrões de luxo. Dizem que um interessante dossiê foi encaminhado ao ministério público e as investigações estão em curso. Que bom!  

Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A turma do mal já rosna na Câmara Municipal de Goiânia


  
    Triste sina do prefeito Paulo Garcia que é obrigado a atender o baixo clero dos vereadores para manter a insaciável base de sustentação na Câmara Municipal de Goiânia. É um desalento que afeta todos os prefeitos do país com graves prejuízos à comunidade. É triste constatar que os representantes do povo enxergam apenas interesses umbilicais, obrigando os administradores da coisa pública a entregar cargos importantes tendo como foco atender as panelinhas dispostas a mamar nas tetas do contribuinte.

     Essa realidade apodrecida fez o prefeito engolir figuras imprestáveis que sequer conseguiriam um cargo de vigia de tartaruga numa empresa da iniciativa privada. Gente ordinária nas ações e extremamente competente no lobby capaz de agraciar amigos. Com muita dificuldade, para não inviabilizar totalmente sua gestão, Paulo Garcia emplacou nomes de profissionalismo incontestável.  Foi até surpresa que 60% do secretariado tenha qualidades que justificam a presença no cargo.

         Mas a turma do mal queria mais, muito mais. Nota-se a chiadeira irresponsável em torno do nome do deputado Wagner dos Santos, o Waguinho, para ocupar uma pasta de extrema importância. Os que vociferam críticas não questionam sua capacidade técnica e sua vocação para agir de forma correta. Sabem que ele já provou tutano nas empreitadas que topou participar. Tem condições reais de realizar um excelente trabalho. O que reclamam as vozes discordantes? Nada de concreto. Eles apenas desejam controlar a pasta, de olho nas benesses que o segmento pode oferecer.

É interessante constatar que nenhum dos irritados, descontentes por interesses contrariados, aponta um nome que tenha um currículo mais adequado que o de Waguinho. Para essa turma ordinária isso não importa. É tese menor na visão obtusa dos interesses do cidadão. O que pretendem eles é apenas manter um feudo capaz de gerar dividendos de caráter pessoal.

         É por essas e outras que pessoas de bem se intimidam em entrar na selva da política. A divisão de poderes, com o legislativo legislando e fiscalizando e o executivo administrando, é apenas um sonho de uma noite de verão. Na prática, os vereadores sufocam o prefeito e deixam poucas brechas para que ele possa agir com independência. O alento é que ainda existem algumas almas íntegras que impedem o controle absoluto dos malfeitores travestidos de representantes públicos. Mas não é fácil lidar com eles.

Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Um hotel no Paraíso


     Destino charmoso e ensolarado capaz de agradar o mais exigente dos turistas que procura a união perfeita entre areias brancas e mar cristalino, o Ceará ainda reserva surpresas como o estalo de um beijo de amor. Uma dessas pérolas é o hotel Casa Prainha, localizado a apenas 25 quilômetros de Fortaleza. Inserido no contexto que se pode denominar como uma pousada "boutique", o local conta com apenas 18 confortáveis apartamentos todos com vista para o oceano. As ondas só faltam abraçar as janelas de quem tem o privilégio de curtir uma estadia.

   Não é uma região para quem está em busca dos agitos tradicionais, uma pequena aldeia de pescadores, no município de Aquiraz, a 6 quilômetros do famoso Beach Park, oferece apoio estrutural necessário para compras básicas. O que mais agrada quem valoriza atendimento personalizado com ares de quem está na residência de um anfitrião zeloso, é o fato de que o discreto resort é tocado pelos membros de uma família farta em sorrisos e competência. A jovem proprietária Carla Bezerra, sempre com o maridão Italiano Oscar Vaccari atento aos detalhes, atua como uma formiguinha ao lado de dois rapagões sarados os simpáticos Kae e joão Pedro, filhos de se invejar que não param um só instante.

     Não é sempre que se encontra uma química tão perfeita para se deleitar em férias que envolvem as ondas do mar. Os profissionais que fazem parte do projeto chamam os hospedes pelo nome e foram escolhidos à dedo. De fazer mamadeira, encontrar uma babá, garantir uma comidinha que não está no cardápio, oferecer uma receita caseira para curar gripe, as incansáveis Anne, Giseli, Rita, Sinara, Iara, Rebeca e o guarda noturno Saulo, fazem de tudo para agradar as famílias.

     Acostumado a viagens internacionais e estadias em hotéis cinco estrelas, confesso que me surpreendi com o atendimento caseiro que nunca imaginei ser possível com a modesta tarifa que o Casa Prainha demanda de quem procura suas instalações. Ao indica-lo aos milhares de leitores do Diário da Manhã, numa cortina que se abre mundialmente via disponibilidade pela internet, faço justiça a uma rara família neste difícil ramo de negócios.

     Na pratica eles não precisam de marketing ou divulgação, os que desejarem as chaves do paraíso vão ter que antecipar em reservas com antecedência de meses, a excelência no atendimento e o boca a boca garantem o sucesso do local. Exemplo disso é que boa parte dos hospedes que curtiram o réveillon 2013, fizeram reservas para a versão 2014. Que bom que ainda existem lugares assim. Um exemplo  a ser copiado.

Rosenwal Ferreira: Jornalista e Publicitário
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