Seguidores

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Aos insensíveis agentes da AMT

Depois que denunciei tópicos abusivos na atuação dos agentes da AMT, o bafo de belzebu soprou em meu cotidiano. Fui xingado por eles em via pública, meu veículo foi “escoltado”, recebi telefonemas ameaçadores e sequer posso colocar o braço fora da janela do carro que sou multado. Tenho razões pessoais de sobra para que eles me esqueçam. Contudo, considerando o volume de reclamações que chegam diariamente via internet, telefonemas, fax e visitas pessoais, vejo-me na obrigação de não recuar. Uma decisão que faz jus aos que agem corretamente e um serviço aos pais de família prejudicados na babel de insensatez.

É bom lembrar que vivemos décadas sob a ditadura dos uniformes, momento em que a ausência de democracia corroía a força da nação e dos indivíduos. Insensibilidade, seja nas cores verde oliva, preta ou amarela, é algo a ser combatido e enfrentado. Digno de registro é o medo, receio e pavor de retaliações entre os que os denunciam. A maioria só teve coragem de manifestar-se na convicção de que respeitarei o anonimato. Não é para menos. O excelente escritor e jornalista Luiz de Aquino ousou denunciar um agente da AMT que estacionou indevidamente e logo foi questionado em sua lisura e qualificação profissional.

Entre as mais importantes queixas vou começar com o caso relatado por ele. Jairo Souza que procurou desmerecer sua análise está errado. O artigo que permite ao veículo da AMT parar em qualquer local, não avaliza barbaridades. A lei é genérica pela natureza, mas fica implícito o bom senso. O guardinha não pode, e não deve, estacionar obstruindo a entrada de um pronto-socorro, em frente a um hidrante do corpo de bombeiros, na vaga destinada a deficiente físico e não tem o direito de aboletar-se numa garagem particular. Até pelo senso comum, a vida das pessoas está acima de uma multa de estacionamento proibido. Os brucutus teimam em difundir a ideia de que são superiores à constituição que separa o direito público do privado.

Emergencialmente, em caso de risco de vida, qualquer cidadão pode estacionar em local impróprio. Alguns arrogantes acham que o ato de multar um veículo é uma situação grave que dá o direito de enfiar o turbinado onde lhes der na telha. Não é esse o propósito da legislação. É uma distorção que interessa apenas aos prepotentes.

No momento da autuação, o agente é quem decide o rombo no orçamento do pai de família. A maioria afirma que não tem prazer ou ganha nada com o ato. Sendo assim, porque não lhes pesa a consciência quanto multam alunos ao redor de uma faculdade que não oferece condições de estacionamento por erros do Poder Público? O caso da Faculdade Universo é clássico.

O que os leva a impor sansões ao redor de um shopping center, no horário noturno com pouco tráfego, sabendo que as placas foram colocadas com o intuito de servir aos interesses dos empresários que faturam com estacionamento pago? Por que escolhem punir, fingindo ser uma operação importante, motoristas que procuram encontrar vagas em shows autorizados pela municipalidade, sabendo que o local não comporta a multidão?

Qual o sentido de se esconderem à surdina, amoitados como se fossem caçadores, à procura de infrações? Que frieza lhes toca o coração quando uma mãe, aflita e suada, chega implorando para não a multarem, pois estava com a filha no médico e, mesmo assim, realizam a autuação? Façam uma pesquisa. Não somos nós, a imprensa, a causa da aversão ao seu trabalho.

É unânime a reclamação de que os agentes raramente aparecem quando os sinaleiros deixam de funcionar ou quando suas presenças fazem a diferença no trânsito. A atitude cômoda é suprir os cofres da AMT em blitz que nada contribuem com a fluidez do tráfego. As pessoas não os respeitam pela importância de seu trabalho. São temidos pelo estrago que podem causar.

Essa realidade não vai deixar de existir porque eu, Luiz de Aquino ou qualquer outro jornalista, desiste de escrever. Ao contrário do que assinalou Rodriana Estrela em recente artigo publicado no DM, a ojeriza em torno de suas atividades não surgiu vítima de meus lamentos. A população se revolta porque o foco está errado e alguns agentes foram longe demais. A tentativa de me intimidar, e desmerecer os que denunciam, tem como objetivo impedir investigações mais profundas. Não vai funcionar. A agressividade nas reações demonstra a necessidade de continuar apurando. Felizmente conto com apoio de gente muito séria: delegados, vereadores, deputados, jornalistas, Ministério Público, Prefeito Paulo Garcia e a própria cúpula da Agência Municipal de Trânsito, interessados em corrigir distorções.

Somos um país intoxicado por grupelhos que não aceitam ser questionados. O nosso maior desafio continua sendo a corrupção, a desonestidade e a violência, que se alastram todas as vezes que a sociedade recua em seus direitos. Salários de agentes de trânsito são pagos com dinheiro do povo. Há algo muito errado se não podemos criticá-los sem que o mundo caia sobre nossas cabeças.

Rosenwal Ferreira é Jornalista e Publicitário

23 comentários:

  1. Poxa Rosenwal, sem mais e nem menos, você disse tudo... Meus cumprimentos e parabéns pelo artigo cultamente escrito!!!

    ResponderExcluir
  2. Obrigado amigo, fico muito feliz em saber que a população está ao meu lado. Não perca o programa Opinião em Debate amanhã às 22h na TBC. Iremos discutir o tema dos agentes com o Superintendente da Agência Municipal de Trânsito Miguel Tiago.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sábias palavras Rosenwal.
      Eu mesmo fui vítima de uma multa "por conduzir veiculo sem o cinto de segurança", simplesmente por passar por uma via em que os agentes da AMT estavam supervisionando a pintura de uma faixa. Quando os percebi eu parei acreditando ser uma "Blitz", acenaram para que eu seguisse adiante que não precisava parar para nada, alguns dias depois chegou a notificação de tal multa. Eu estava com cinto juntamente com um passageiro ao lado que confirma tal situação, tanto é, que o passageiro percebeu que o agente estava anotando algo e me informou...eu não retornei para questioná-lo pois não havia nada fora das conformidades, mas mesmo assim recebi a multa. Procurei ajuda pra esclarecer isso, e o máximo de orientação que recebi foi que não tenho meios para provar meus direitos nesta situação e que o agente tem "fé pública" e a causa é dele.
      Estou muito indignado.
      Sinceramente, na minha infância, homens uniformizados nas ruas eram como "Super Herois" pra mim. Hoje tenho pavor de oferecer um bom dia ou pedir uma informação qualquer.

      Excluir
  3. Se me permite comentar,eu sou parte daqueles que querem tranparência no serviço público e louvo qualquer ação no sentido de que isso seja promovido e, como havia dito em um outro comentário, qualquer corrupção e violência tem que ser apurado e punida. Vamos esperar o resultado dessa força tarefa e que ela venha melhor os serviços prestados pela AMT.Todavia, no caso das fiscalizações ao redor de shoping centeres e da faculdade universo.Simples, colocaram as placas lá e determinaram que eles ficalizassem. Agora se a sociedade acha que aquelas placas ao lado da Universo,dos Shopings e, que nos shows, pode-se estacionar onde quizerem, basta que a cúpula da AMT, não os mande fiscalizar.
    quanto as intervenções sugiro que pegue junto a central operacional os dados, os locais e horário em que essas intervensões foram feitas e como são feitas.
    boa noite

    ResponderExcluir
  4. População INFRATORA - Não se iluda,Rosenwal, com estes infratores contumaz. Você sabe que está errado.LAMENTÁVEL !!!!!!!!!!!!!
    A populaçao quer é um trânsito bom e não este caos de hoje por causa de infratores sem educação e sem índole que julgam-se PODEROSOS!!

    ResponderExcluir
  5. Rosenwal e companhia reflitam sobre o artigo abaixo:

    Recentemente recebi um e-mail com os seguintes dizeres:

    "LIVRE-SE DAS MULTAS DE TRÂNSITO: Chega de ser explorado pela indústria das multas. Não pague mais nada para o governo. Aprenda todos os segredos e falhas do sistema para não pagar mais multas e receber o dinheiro de todas as multas que você já pagou".

    Confesso que fiquei estarrecido com a forma com que as pessoas vêem tratando o assunto criando uma verdadeira indústria de venda de cursos de como livrar-se das multas, o que para mim é inconcebível, pois o problema não está na geração de multas mas nas pessoas que não possuem uma verdadeira cultura do dever.

    Enquanto não assumirmos a ética do dever e ficarmos procurando brechas na Lei para nos proteger dos erros que cometemos continuaremos a ser medíocres e a sociedade respondendo pelas mazelas de nossa falta de consciência.

    Se usarmos cinto de segurança, não furarmos sinal vermelho durante o dia (realmente durante a noite em alguns lugares é questão de sobrevivência), não dirigirmos alcoolizados, não ultrapassarmos a velocidade permitida nas avenidas e rodovias, sejam urbanas ou não, se não usarmos celular enquanto dirigimos, se respeitarmos o pedestre e assim por diante com certeza não haverá indústria de multas e a sociedade será mais feliz e a violência no trânsito não existirá e não ficaremos com aquele sorriso estampado no rosto dizendo: "enganei o governo novamente".

    Enquanto buscarmos brechas na lei para cobrir nossos próprios erros, nossas crianças continuarão morrendo no trânsito, nossos idosos (pai, mãe avô, avó) continuarão sofrendo pelos nossos erros e continuaremos culpando o governo por aquilo que cabe a cada um de nós realizar: FAZER ALGO PORQUE É BOM, FAZ BEM E É CORRETO.

    Enquanto buscarmos brechas na lei como vingança ao governo, enquanto ficarmos emitindo avisos a motoristas de que a polícia está próxima, como vingança ä própria polícia que está fazendo seu serviço, enquanto fazermos as coisas somente no momento em que formos obrigados nossos tios continuarão a morrer em nossos braços.

    Ao contrário do que a propaganda de vendas de cursos afirma, na realidade nossos motoristas, como não possuem uma cultura do Dever – fazer a coisa porque é correto e faz bem – tem-se que criar a cultura da obrigação, ou seja, tem-se que seguir o princípio de Pavlov: "para cada ação, uma reação", para cada multa gerada pela nossa falta de observância das leis do trânsito, com certeza a primeira reação será nosso bolso e assim, até chegarmos a uma cultura do Dever estaremos fazendo a coisa correta porque nosso bolso está diminuindo e as obrigações estão cada vez mais pesadas.

    Autor: Luiz Pedro (artigos.netsaber)

    ResponderExcluir
  6. Luiz, gostaria primeiramente de cumprimenta-lo belo belo artigo. Estás indústrias que apoiam motoristas infratores são para a sociedade um câncer que só ajuda a construir mais delitos e acidentes no trânsito. Concordo exatamente com todas as palavras nas quais este artigo citou. Da forma que conduz o texto da a transparecer que eu quero que vulgos infratores saiam impunes de suas responsabilidades. Está não é minha intenção. Muito pelo contrário, desejo do fundo de meu coração que cada motorista infrator cumpra com sua obrigação perante a lei e paguem suas multas de trânsito. Minha ardia tarefa como jornalista e cidadão, é defender condutores que não falam ao celular e usam regularmente o cinto de segurança e mesmo assim recebem multas como punição por atos que não cometeram. Minha luta é contra os agentes de trânsito que multam motoristas sem dar aos mesmos nenhuma chance de defesa. E para finalizar, minha luta é contra a impunição destes atos. Quem errou tem que pagar, mas e quem não errou? O que pode fazer?

    ResponderExcluir
  7. Ineide Teodoro Leite16 de fevereiro de 2011 17:44

    Desculpem minha humilde resposta. Mas acredito que os atos do jornalista Rosenwal Ferreira são de boa fé. Se a AMT não precisa passar por nenhum teste de honestidade com a população, por que tanto medo? Minha mãe já me dizia que: quem não tem culpa no cartório, nada precisa temer. Admiro o trabalho dos agentes nas ruas. Já fui multada por infrações leves, porem paguei tais dívidas sem atraso. Meu filho também conduz o carro e sempre que chega alguma notificação, faço questão de lhe dar uns puxões de orelha. Dinheiro não nasce em árvore! Mas também não iria gostar de ver uma multa chegar em minha casa por algo que não fiz. Muito boa noite a todos.

    ResponderExcluir
  8. É lamentável ver a atitude dos agentes em ficar criando multas e situações inexistentes. Vejam que covardia fizeram com um pai de família. Saiu nos jornais que agentes apreenderam uma Ferrari. Imaginem o quanto o pobre pai de família teve que trabalhar para comprar um carro desses. Só para se ter ideia, são quase 150 mil de dívidas atrasadas, imaginem deixar de alimentar os filhos para pagar isso tudo. Tenha dó AMT. Assim não pode, assim não dá.

    ResponderExcluir
  9. NÃO sou AGENTE DE TRÂNSITO E DISCORDO TOTALMENTE DE VOCÊS INFRATORES. ANDEM NA LEI QUE IRÃO GOSTAR DA AMT.

    Estamos perdidos deste mundo de infratores contumaz que acham no poder de agredir o agente de trânsito e ainda têm apoio de falsos amigos.

    ResponderExcluir
  10. Rosenwal, multa sem dar chance de defesa??? Vai defender o quê??? Inventar desculpas porque estava sem cinto? Falando no celular? Estacionado em local proibido ? Você tinha que defender para NÃO FAZER - depois que fez é difícil.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como assim, Luis?? Quer dizer que a verdade do "agente de transito" é absoluta não é?! Afinal o sistema foi criado assim mesmo, para o cidadão não ter a chance de defesa. A palavra do cidadão contra a papeleta e a tal "fé pública" dada ao agente. Poderes dos quais eles fazem o que quiser, basta não gostar da sua cara e pronto, aplicam as mesmas de sempre "sem cinto ou falando ao celular".

      Excluir
  11. Larga de ser cabecinha Luis. Puts, acho que você está acostumado a andar com ratos e acha que todo mundo é igual a você! Ninguém quer pagar por algo que não cometeu. Pagamos o que devemos e pronto! Não sou bandido.

    ResponderExcluir
  12. Hoje, 17 de fevereiro, quinta-feira, entre as 10 e 10:30 da manhã, observei que havia 12 (UMA DÚZIA) de carros estacionados ao lado de placas "PROIBIDO PARAR E ESTACIONAR", na Av. Cora Coralina, em frente à Universo. Que retirem as placas. É muito ruim ficar assistindo a um desrespeito assim. Ou então como diz a marchinha: "Deixa as águas rolar". (Obs.gramatical: Não flexionei o infinitivo "rolar" porque o verbo antecedente "deixar" é causativo. A letra da marchinha está certa).
    Euler

    ResponderExcluir
  13. Parabéns Rosenwal,
    Sua sensibilidade e poder de perceber a angústia do cidadão comum em se ver submetido aos desmandos da SMT demonstra a importância da imprensa livre na proteção da democracia.
    Ninguém discute a necessidade do ordenamento e fiscalização do trânsito na cidade de Goiânia. Também não digo que é uma regra geral, mas, temos nos quadros da AMT um percentual de desqualificados, que não foram adequadamente preparados para vestir uma farda e se assenhorar da postura de "autoridade". Infelizmente esse grupo de pessoas mancha o todo da AMT, uma vez que é difícil aos cidadãos comuns coibir esses excessos.
    Imagina se pudessem portar armas como querem alguns? Estaríamos diante do mais odioso sistema de opressão que a sociedade já viu. Porque se com uma farda, carro ofícial e um bloco de multas já transformam os cidadãos em lixo, se estivessem armados com certeza seríamos eliminados de pronto, sob alegação da proteção do trânsito.
    Ressalto a necessidade de formação e avaliação psicológica dos candidatos a figura de agente de trânsito. Com certeza se passassem pelo crivo de profissionais de uma banca multidisciplinar, com um curso de formação como a Polícia e bombeiro militar, poderíamos evitar a incursão de despreparados para a função.
    Não desista. Você é a voz da sociedade contra a opressão de alguns agentes de transito da prefeitura de Goiânia.
    F

    ResponderExcluir
  14. Finalmente alguém entendeu o recado! É isso aí Augusto Cesar!

    ResponderExcluir
  15. Rosenwal e Augusto Cesar, belas palavras! Não desista de sua luta contra uma pequena cúpula de agentes mal intencionados. Não são todos que tem o poder de subir em um palco e gritar para todos ouvirem o que está certo e o que está errado e sofrer com as consequências destes atos.

    ResponderExcluir
  16. A 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça confirmou sentença da comarca de Canoinhas que condenou a Empresa Regional de Jornalismo Ltda. e Maurício Antônio Nascimento ao pagamento, solidário, de indenização por danos morais no valor de R$ 15 mil, a Eni José Voltolini. Foi determinado ainda que, após o trânsito em julgado, em veículo de comunicação idêntico, empresa e jornalista publiquem esta decisão como resultado das críticas a Voltolini.

    Segundo os autos, Voltolini teve seu nome vinculado a uma matéria que relatava seu passado político que, em razão dos cargos políticos que ocupou, goza de projeção nacional, e tanto mais junto à comunidade canoinhense. Porém, a matéria foi de cunho ofensivo, ferindo sua dignidade e decoro. Condenados em 1º grau, a empresa e o jornalista apelaram para o TJ com base, principalmente, na liberdade de expressão. Sustentaram, ainda, que o recurso interposto é deserto, uma vez que Voltolini não depositou o valor da condenação antes da interposição do recurso, conforme determina a Lei de Imprensa.

    A liberdade, em todos os campos da vida, é uma via de mão dupla, que deve observar o princípio básico da responsabilidade e da isenção. No caso, apesar de evidente dificuldade, há que se compatibilizar o direito individual à dignidade e à honra, com a liberdade de comunicação, que não é absoluta e encontra seus limites na informação responsável e fidedigna, cujo objetivo é dar aos informados conhecimento dos fatos e atos que interessem ao núcleo social, afirmou o relator do processo, desembargador Joel Dias Figueira Júnior. A decisão foi unânime. (Apelação Cível n. 2006.020083-5)

    ResponderExcluir
  17. COMUNICADO
    O SINATRAN – Sindicato dos Agentes de Trânsito de Goiânia comunica a quem se interessar que DISCORDA e DESAPROVA todas as ações que tenham por base ofensas morais, palavras de baixo calão, degradação, xingamentos e ameaças, mesmo que parta de seus próprios associados. O SINATRAN preza pelas discussões e debates, em alto nível e de forma limpa e justa. Por isso, faz um apelo aos Agentes de Trânsito, associados ou não, que reflitam sobre suas ações a fim de se fazerem respeitados e evitar prejuízos futuros.

    Diretoria.

    ResponderExcluir
  18. Só uma pergunta, os agentes recebem comissão pelas multas aplicadas?
    Jorge Toledo

    ResponderExcluir
  19. Acho complicado os agentes de trânisito que se manifestaram e que são nossos funcionários, pois somos nós que pagamos seus salários através de impostos e multas, afirmarem que a população é infratora generalizando na afirmação quase que com raiva.

    ResponderExcluir
  20. Parabéns Rosenwal pela coragem e lucidez !!!

    Ubiratan - Setor Bueno.

    ResponderExcluir
  21. Rosenwal, sou vítima de um erro da AMT. Minha moto foi multada em Goiânia nunca lá estando. Juntei no recurso minha folha de frequência do dia em que trabalhei e um atestado de uma promotora que reconhece o fato de que sempre fui ao trabalho naquela moto e a estacionava na vaga destinada ao Minsitério Público. O recurso que enviei a AMT via sedex, pois não sou de Goiânia, morando dela a 300km, só dia 20 deste mês foi juntado. Ligando na JARI, fui informado que meu processo pode demorar ano, pois o contrato da Prefeitura com a turma de julgadores está por vencer e ainda não há previsão de novas contratações. Já conheci outras reclamações de erros cometidos pela AMT, e sua morosidade no julgamento dos recursos fere o princípio da celeridade, eficiencia e moralidade administrativa. Todos têm direito à razoável duração do processo. Não é justo nem lícito que eu espere ano para solicitar minha habilitação definitiva. Se as diversas reclamações de erros contra a AMT têm procedência, é o caso de juntarmos essa documentação e encaminhá-las ao Ministério Público para a propositura de Ação Civil Pública ou propormos nós mesmos uma Ação Popular.
    Tiago.
    tornadoluoco@gmail.com

    ResponderExcluir